27 novembro 2007

Estudo sobre escorpiões da Índia invisuais e incontinentes

Título: "Estudo sobre escorpiões da Índia invisuais e incontinentes"
Local:
Laboratório da parvoíce
Modelos:
Anita, a investigadora
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Escrevo-vos para falar de um assunto algo polémico... já vos expliquei a que se devia tamanha ausência.. mas a verdade é que a par dos trabalhos na faculdade, aproveitei para fazer um estudo sobre o qual publico agora (em primeiríssima mão) o possivel artigo científico que enviarei para as revistas da especialidade...

Deixem-me só começar com uma fotografia intelectual (para credibilizar a coisa)

Eu diria que está mui sexy a tender para o sensualóide, não?

Bem, prosseguindo no meu raciocínio, iniciarei agora a rubrica científica... que hoje se dedica a um estudo sobre escorpiões da Índia invisuais e incontinentes...


O nome escorpião é derivado do latim scorpio/scorpionis. Existe uma panóplia de cerca de 1600 espécies e subespécies distribuídas em 116 géneros diferentes em todo o mundo.


Mas eu hoje felicito-me pela descoberta da 1601ª espécie que orgulhosamente baptizarei como Scorpio anitini (em honra a mim própria, pois claro!)...


Este simpático espécime apresenta características absolutamente únicas como as já referidas incontinência (que se pode tornar extremamente desagradável) e a cegueira! O segundo problema é contornado com relativa facilidade através da emissão de ondas magnéticas, o primeiro é que já é pior... e desse mesmo problema advém o grau de agressividade destes animais!!
Senhoras deste país, todo o cuidado é pouco!! Quando se encontrarem descontraidamente no corredor das fraldas para a incontinência podem ser surpreendidas por um escorpião aflito... contudo e porque têm geralmente hábitos noturnos e crepusculares, atacam maioriatiamente neste horário (daí tb o facto das grandes superfícies, que já se encontram sensibilizadas, fecharem as 23h, assim minimizam-se os riscos de ataque)!


De qualquer modo, a melhor forma de manter as aguçadas quelíceras (pequenas garras que saem da boca, muito afiadas) bem longe do nosso bracinho, é lançando um jacto da nossa própria urina para cima do animal!


O ferrão do escorpião (chamado de telson), além de servir para agarrar a presa, se defender e no acasalamento, inocula na presa um veneno que provocará uma sintomatologia muito própria na sua vítima que consiste num vício exacerbado coleccionar fotografias da Simara nas poses mais escandalosas... doentio, diria eu! Todo o cuidado é pouco!!


Não percam a próxima rubrica científica em que será explorado o papel do macho na reprodução de borboletas Papilionoideas e o desenvolvimento das respectivas pupas dentro da crisálida...

That’s all Folks

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